21 de março de 2007

A Segunda Colheita

Num tempo de infinita beleza,
A vida segue as mansões da Lua
Na dança cósmica da natureza.

Realinha seu eixo energético
E cresce um pouco a cada dia,
Completando a roda do ano céltico.

Na jornada da segunda colheita,
Não existem tradições e nem contradições
Existe, apenas o principio maior da criação,
O equilíbrio perfeito em nossos corações.


Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.


1 comentários:

  1. É minha amiga, como dira Cazuza: o tempo não pára... e nós seguimos com ele... hehe... Beijos, linda, este seu blog está cada vez mais bonito ;o)

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