25 de setembro de 2006

Brumas do Coração


Nobre cavaleiro, as brumas dissipam a ilusão
E pedem passagem pelos mundos da eterna magia
No sonho que se desfaz na noite fria da imensidão.
Perdido nas terras distantes da emoção
Que um dia sozinho cavalgou,
Pelas sendas do mistério e da paixão.
Esqueça a dor e adentre o templo sagrado
Aqueça sua alma cansada nas chamas eternas
Construído e edificado num momento encantado.
Espaço de tempo chamado Avalon, a ilha do verão
Muito além da percepção das nossas lembranças,
Que destrói as barreiras da mente e da razão.
A essência que flui pelas teias do desconhecido
Onde a vida é eterna e as histórias verdadeiras
Aquele que vence a si mesmo é o escolhido.
Completa o ciclo da transformação
Para renascer nas espirais da vida
Envolto pelas brumas do coração.

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

Leia mais: Os Cavaleiros


1 comentários:

  1. Minha cara amiga... estamos sempre nesta busca incessante por Avalon, nesta busca incessante por nós mesmos...

    Um dia, eu sei, conseguiremos enchergarmos nossa própria essência...

    Beijos, cara Rowena!

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