12 de setembro de 2006

A Ilha sagrada


Avalon, minha razão e minha emoção,
Minha alegria e minha tristeza.
As brumas sempre voltam ao amanhecer.
Antes eram mais amenas com certeza
E os mundos quase podiam se tocar.
Mas algo foi lançado ao vento.
As brumas encobriram tudo novamente,
Ocultando aquilo que maculou o sentimento.
O templo é a essência do que restou,
Lá nada é passageiro.
Pela honra do código dos filhos de Avalon,
O que se sente é verdadeiro.
A força que atravessou o tempo e o espaço,
É vivido no momento presente.
O futuro é o presente que se vive agora.
Avalon, a ilha sagrada, ressurge plenamente
Para quem quiser crescer, amar e arriscar
Sem medo de nada perder.
Pois apenas se perde
Aquilo que não se pode viver!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

Leia mais: Ilha Sagrada