21 de outubro de 2006

Templo de Avalon


Invoco toda a magia de Avalon,
Templo e morada dos Deuses celtas
Linha tênue que encobre esse breve frisson
Onde criaturas presentes permanecem ocultas.
Buscam o equilíbrio e resgatam a sagrada unidade
Através do éter misterioso dessa névoa de prata
Revolvem a terra para ativar a fertilidade
Espalhando gotículas de água em forma de cascata.
O fogo sagrado que expurga os tolos do caminho
Revelam os segredos de um transe ascendente
Alguns percebem e poucos entendem o torvelinho
Que nos envolve nesse sonho envolvente.
Palavras soltas ao vento, adentram os corações
Despertam emoções adormecidas, jamais esquecidas
Através da semente que em breve trará novas lições
Germinando uma era de esperanças renovadas.
Nesse abençoado universo paralelo e sagrado
Onde tudo é uma simples questão de tempo
Alinham-se às ondas da mente, agora unificadas,
Ao eterno giro da roda sem nenhum contratempo.
Avalon, a terra dos campos verdes e do céu anil
Está muito além das brumas do tempo e da ilusão,
Onde mais uma vez, renasce de forma sutil
Nas águas cristalinas da fonte sagrada do coração.

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

Leia mais: Poesias Pagãs

3 comentários:

  1. Ilusão, de um dia poder chegar até ela... ^^

    Muito legal!

    Bençao...

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  2. As brumas agora começam a se dissipar, não é, minha bela e amada Sacerdotisa?

    Logo estaremos novamente em Avalon, nossa eterna morada!

    Beijos do cavaleiro,

    Ψ Ceallaghan Wolfgang Anderyatt Ψ

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