14 de março de 2013

Amor não é gênero

Continuando pela série de Caminhos percorridos... Compartilho às mudanças de paradigmas que nos envolvem, principalmente, depois da atual e conturbada política brasileira sobre os direitos humanos.

Em 2006 no espaço cultural Mahatma em Santo André, local onde dava aulas de Biodança, conheci o Prof° Hélio Couto, pesquisador e estudioso da física quântica e que vem desenvolvendo um trabalho bem interessante... Desmistificando assim, conceitos, crenças e equilibrando questões intrínsecas no despertar da consciência do ser.

Podemos fazer uma analogia ao que acreditamos como força Criadora, Soberana e Multifacetada na forma de divindades celtas, além da ancestralidade e os espíritos da natureza, que estão em nosso caminhar dentro deste contexto do Todo.

Enfim, reflitam sobre a divindade da mulher e o amor livre de gêneros e preconceitos, pois toda história tem um fim e um novo começo.


Leia também: Divindades e Crença

Rowena Arnehoy Seneween ®

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