1 de agosto de 2013

Brighid - Bríg Cáinte

Em honra à Brighid, amada:

O meu forjar não é somente para moldar
Também não sou a mãe que apenas conforta
E a minha poesia não é só para elogiar

Para moldar o guerreiro...

Eu sou a chama da renovação
Eu sou o terror que ronda o opressor
Eu sou a água que purifica os campos
Eu sou o malho que golpeia a ilusão

Para inspirar a batalha...

Eu sou a fúria do fogo
Eu sou a tocha dos Fianna
Eu sou a voz que exige justiça
Eu sou a canção da palavra que rogo

Para calar o inimigo...

Eu sou o medo do traidor
Eu sou a força da espada
Eu sou o sangue que corre nas veias
Eu sou a morte do caluniador

Eu sou a Cáinte, que lança
Maldições e cantos aos adversários
Por Bríg Ambue, a portadora da esperança.

Que assim seja!

Rowena Arnehoy Seneween ®
Todos os direitos reservados.



Fonte: Bríg e a Maldição dos Campos de Batalha

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