22 de maio de 2011

A Magia de Paranapiacaba

Durante os dias 14 e 15 de maio de 2011, tivemos o prazer e o privilégio de participar de um evento mágico, rumo à Jornada da Alma - tema da VIII Convenção de Bruxas e Magos em Paranapiacaba - São Paulo.

Um local simples, mas extremamente aconchegante, uma antiga vila inglesa com suas casas de madeira, clima típico de serra com direito às brumas, frio e muita energia feérica no ar.

O vídeo mostra alguns trechos da palestra que, resumidamente, aborda os Três Mundos e os Três Caldeirões, temas da espiritualidade céltica (Druidismo e RC) e que estão no livro Brumas do Tempo, em total sintonia às Três Famílias: Deuses, Ancestrais e Espíritos da Natureza.

Compartilho um pouco desta emoção... Gratidão a tudo e a todos!



Leia mais em: Iniciando a Jornada

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena A. Senėwėen ®

11 de maio de 2011

O Herói Celta


"O herói, por conseguinte, é o homem ou mulher que conseguiu vencer suas limitações." Joseph Campbell.

Créditos da imagem: Luca Tarlazzi

Aos amigos do Caminho... Fáilte Samhain!

Leia mais: Tuatha Dé Danann e a Batalha de Moytura

Rowena A. Senėwėen ®

10 de maio de 2011

A Jornada da Alma

8º Convenção de Bruxas e Magos
Paranapiacaba - São Paulo
Dias 13, 14 e 15 de maio de 2011


Palestrante: Rowena A. Seneween
Data: 15/05 - Domingo às 12:00hs
Local: Casa Amarela

Espiritualidade Celta Reconstrucionista
e a Triplicidade dos Mundos
Descrição:

Resgatar a espiritualidade céltica, voltada aos dias atuais, visando um contexto cultural, linguístico e religioso, reconstituindo as culturas celtas, através do estudo histórico, antropológico e arqueológico, além de vivenciar os Três Mundos no cotidiano.

O Mundo Celta

O simbolismo mágico e de poder do número três era comum aos povos celtas, pois representava os ciclos de vida, morte e renascimento. Há vários mitos celtas onde poderemos observar a sua presença, tanto na iconografia histórica como na religiosa, descrita de forma clara e precisa, relacionando-o aos Deuses.

Essa triplicidade, considerada sagrada para eles, está perfeitamente elucidada nos três reinos: Céu, Terra e Mar. Elementos que compunham todo o seu Universo e simbolizam as três esferas do nosso ser: corpo, mente e espírito. E, que por sua vez, eram vistos da seguinte maneira:

O Céu, que está sobre nossa cabeça e nos oferece o Sol, a Lua, as estrelas e as chuvas que fertilizam o solo.

A Terra, que está sob nossos pés e nos dá o alimento, nos abriga e faz tudo crescer - são as raízes fortes das árvores.

O Mar é a água que está em nós, representa o Portal para o Outro Mundo, que sacia a sede e nos dá a vida.

Esses três elementos são interdependentes e cada um possui seu próprio significado, mas que dependem um do outro para continuar existindo, permitido assim, que o nosso mundo também exista em perfeita interação. Uma visão moderna inserida nas práticas contemporâneas do Druidismo e do Reconstrucionismo Celta.

Evento: Promovido pela "Casa de Bruxa" de Tânia Gori.

Bênçãos do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena A. Senėwėen ®

25 de abril de 2011

Cores da Alma

Meu mundo é da cor do céu
Azul celeste, talvez, um pouco lilás
Quem sabe até muito vivaz

No meio deste mar de possibilidades
Sou a artista das cores festivas
Pintadas em suas várias perspectivas

Materizalizadas no meu dia a dia
Somadas e multiplicadas ao meu saber
E eternizadas para sempre no meu viver

Rowena A. Senėwėen ®
Todos os direitos reservados



Resgatando a Coruja... Ahow!

23 de abril de 2011

Livro Brumas do Tempo

Poesias, pensamentos e ritos druídicos

Nas páginas deste livro compartilharemos nossas vivências pessoais, poesias e pensamentos, focados no Druidismo e na Cultura Celta que, através dos seus mitos e de suas lendas, nos conectam a forças tão antigas e ao mesmo tempo tão atuais, proporcionando-nos um viver mais pleno e harmonioso. O mundo antigo era totalmente animista. Acreditava-se que em todos os aspectos do mundo natural havia um espírito ou uma entidade divina, com o qual os seres humanos poderiam estabelecer um contato direto. A arqueologia e o registro literário indicam que as sociedades celtas indubitavelmente não faziam distinção entre o sagrado e o profano. Na prática dos seus rituais era comum fazer-se oferendas aos espíritos da natureza para manter o equilíbrio entre os Deuses, os homens e as forças sobrenaturais, beneficiando-se assim dessa poderosa energia. Que assim seja!

Mais informações sobre o livro, acesse: Loja Virtual do Templo

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena A. Senėwėen ®