19 de dezembro de 2010

Saudação à Àine

Áine, Senhora da luz solar
Que brilha no amanhecer do verão
Iluminai os campos floridos
Desta nova estação

Áine, Rainha das fadas
Que caminha no Outro Mundo
A terra da Eterna Juventude
Consagrai os poderes do submundo

Áine, Deusa do amor
Que une os corações apaixonados,
Harmonizando todos os seres,
Por sua graça possamos ser abençoados.

© Todos os direitos reservados.

Artigo: Sugestão para celebrar o Solstício de Verão


Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

11 de dezembro de 2010

Reconstrucionismo Celta

O Reconstrucionismo Celta (RC) ou Paganismo Reconstructionista Celta (PRC) é um movimento politeísta, animista, religioso e cultural, que surgiu como uma tradição independente, a partir dos anos 90.

Reconstrucionistas Celtas buscam, através das suas práticas, reconstruir e reviver, em um contexto cultural, lingüístico e religioso, as culturas celtas pré-cristãs nos dias de hoje, inspirados em pesquisas sérias, sobre: mitologia céltica, arte, história, arqueologia, antropologia e idiomas originais, ainda existentes.



O caminho do Reconstrucionismo Celta está sempre em constante movimento e crescimento... assim como todos nós!

Leia mais em: Reconstrucionismo Celta

Site traduzido: The CR FAQ - Brasil

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

26 de novembro de 2010

Animais Sagrados Celtas

A cada conto, mito ou lenda, descobrirmos como a simbologia animal é muito forte entre os povos celtas. Os animais representam partes inconscientes de um poder mágico que nos revela qualidades sobrenaturais, possibilitando a comunicação entre os mundos. Os celtas, como animistas, acreditavam que todos os aspectos do mundo natural eram dotados de espíritos e entidades divinas, com as quais todos os seres humanos poderiam estabelecer contato.

No conto de "Culhwch e Olwen" há várias passagens que nos permitem observar como os animais míticos são consultados e, ao mesmo tempo, como eles carregam em si qualidades protetoras e amigáveis, atuando como emissários dos Deuses que, em certas ocasiões, também podem se transformar em animais.

Os cães, por exemplo, citados também no conto de "Oisín e Niamh", geralmente, estão associados à proteção, à caça e às provas sobrenaturais. Oisín relata o seu espanto ao perceber que os animais do Outro Mundo se aproximavam dele com naturalidade, demonstrando a estreita relação entre os animais, os homens e os Deuses. O cão também é associado à CuChulainn.

A integração entre os mundos está presente na figura do cavalo branco que simboliza o transporte para Tir na nÓg. Os cavalos têm um valor inestimável para os celtas, seja na guerra ou como um meio de locomoção para o Outro Mundo.

Tanto os animais domésticos como os selvagens, estão ligados à fertilidade, à vitalidade, à força, ao movimento e ao crescimento, fornecendo condições necessárias à subsistência de toda a tribo através da sua carne, peles e ossos. Representam também uma forte conexão entre a terra e os céus, ligados a vários Deuses, promovendo a busca de segredos e de sabedoria ancestral. Cada animal possui um atributo específico; suas características são associadas a algum tipo de habilidade e dignos de veneração através de um ritual ou uma cerimônia religiosa.

As aves estão sob os domínios do céu e são percebidas como um elo entre os vivos e os espíritos ancestrais. Elas podem tanto ser o mensageiro como a própria mensagem, carregando em si um teor mágico, profético ou divinatório.

O javali e os porcos representam coragem, bravura, proteção e riqueza.

Os peixes, especialmente o salmão, estão associados à sabedoria e ao conhecimento. Diz a lenda que o salmão adquiriu esse conhecimento ao comer nove avelãs que caíram no poço da sabedoria de nove árvores, que ficavam ao redor da fonte sagrada e a primeira pessoa que comesse sua carne fresca, ganharia todo esse conhecimento. Foi assim que Fionn Mac Cumhaill, pai de Oisín, recebeu seu conhecimento, após sete anos tentando pescar o Salmão do Conhecimento, nos contos do Ciclo Feniano.

O veado é um animal reverenciado e perseguido ao mesmo tempo, às vezes, considerado como emissário divino e, em outras ocasiões, como Deuses transformados em animais, principalmente Cernunnos, o Senhor dos animais, da natureza e da abundância, retratados no Caldeirão Gundestrup, um antigo artefato de prata, ricamente decorado em alto relevo, encontrado da Dinamarca.

O Caldeirão de Gundestrup, datado do século 1 a.C. , pertence ao final do período de La Tène. Ele foi encontrado em 1891 em um pântano perto da aldeia de Gundestrup, na Jutlândia – Dinamarca e está alojado no Museu Nacional de Copenhague.



Enfim, há uma infinidade de animais descritos nos contos e nos mitos celtas que nos leva a uma profunda ligação com a natureza, descritos empiricamente na iconografia ou nos símbolos celtas, que reforçam o respeito entre o mundo natural e o sobrenatural, além da conscientização de toda a sua sacralidade... Awen!

Bibliografia:
Brumas do Tempo
Poesias, pensamentos e ritos druídicos
Todos os direitos reservados.


Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

22 de novembro de 2010

Verdade, Bem e Belo

Entre tantos "mitos" que vão da genialidade ao julgo das paixões invertidas, sentimentos de crenças errôneas, enraizadas na psique humana. Como o mundo é carente de amor e aprovação!

Mesmo assim, devemos ressaltar que, o seu caminhar seria mais belo, se esses estivessem conectados com a verdadeira fonte dos Deuses, contidos na simplicidade e na nobreza de suas almas.

"Eu costumava sonhar
Costumava viajar além das estrelas
Agora já não sei onde estamos
Embora saiba que fomos muitos longe."



Evidentemente, este vídeo não é para enaltecer o seu criador, mas especificamente, a esta obra que com certeza foi guiada por um dom muito maior que o imaginado.

Assim caminhamos, nessa jornada, atentos ao despertar de um tempo antigo que hoje está tão presente em todos nós: a natureza divina.

O tempo que para CELTAS era visto como uma roda, um círculo sem começo e nem fim, alternados entre a luz e a sombra.
Por isso eu creio que ainda haja tempo... Tempo de sonhar, tempo de amar e acreditar que a VERDADE, o BEM e o BELO, farão toda a diferença na história humana. A conexão entre o Céu e a Terra!

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

19 de novembro de 2010

Culhwch e Olwen - Mabinogion

Em "Culhwch e Olwen" o rei Arthur e seus cavaleiros aparecem num cenário totalmente céltico da Idade do Ferro, com referências à Mabon e aos ferreiros, descrevendo uma história envolvente, repleta de seres míticos e animais sagrados.

Logo após o nascimento de Culhwch, sua mãe adoeceu gravemente e, antes de morrer, fez o marido jurar que ele não se casaria novamente, até que em sua sepultura nascesse uma roseira com dois botões. Não tardou e a rainha faleceu.

Alguns anos mais tarde, a roseira floriu no sepulcro sagrado e, finalmente, o rei Celyddon casou-se com a viúva do rei Doged. Esta imediatamente fez com que seu enteado, Culhwch, prometesse que se casaria apenas com Olwen, da corte de Arthur.

- "Eu ainda não estou em idade de casar", respondeu o jovem. Então ela disse-lhe: "Declaro a ti que é teu destino casar-se com Olwen, a filha de Yspaddaden Penkawr".

O que fez o jovem corar de amor pela donzela, embora nunca a tivesse visto.

Passados alguns dias, seu pai, percebendo a agitação do filho, perguntou-lhe: - "O que veio abater sobre vós, meu filho, o que tens?"

- "Minha madrasta declarou que eu nunca terei uma esposa, a não ser que eu obtenha a mão de Olwen, filha de Yspaddaden Penkawr". Disse o rapaz, cabisbaixo.

- "Isso vai ser fácil", respondeu o pai. - "Arthur é seu primo. Vá até ele e peça a sua ajuda e sua bênção também."

Culhwch, então, cavalgou até a corte de Arthur, montado em seu belo cavalo cinzento, que estava adornado com uma capa de cor púrpura, com uma maçã dourada bordada em cada lado do tecido. O freio, a sela, os estribos e as ferraduras do cavalo eram de ouro e ele parecia flutuar sobre o solo, ao galopar. Em cada uma das suas mãos, empunhava uma lança de prata, na cintura, uma espada de ouro e, caminhando ao seu lado, dois cães de caça.

Todos na corte ficaram impressionados quando o jovem adentrou o pátio a cavalo.

Arthur, então, deu as boas-vindas ao estranho e lhe ofereceu um lugar de destaque no banquete. Culhwch agradeceu e disse: - "Senhor, não venho por comida e nem por bebida, mas para solicitar sua ajuda!"

- "Tereis qualquer coisa da terra ou do mar, que esteja abaixo do céu." Respondeu Arthur.

- "Exceto meus barcos, espada, lança, manto, escudo e minha amada Guinevere. Mas, antes se apresente, sei que vieste do meu sangue, portanto, diga-me quem és."

- "Eu te direi", disse o jovem. - "Sou Culhwch, filho de Celyddon e Goleuddydd, minha mãe, a filha do príncipe Anlawdd".

- "Isso é verdade", disse Arthur. - "Tu és o meu primo, seja qual for o seu pedido, a benção eu lhe concedo."

- "Então, peço-lhe Olwen, a filha de Yspaddaden."

- "Nunca ouvi falar dessa mulher, mas meus homens irão procurá-la por todo o reino durante um ano e aguardará aqui como meu hóspede."

Um ano depois, os homens regressaram sem obter nenhuma notícia da tal moça. Culhwch, muito triste, disse: - "Deixarei esse lugar com uma parte da vossa honra."

"Como se atreve insultar nosso rei?”, gritou Kay. "Venha conosco e poderá ver com seus próprios olhos que a mulher que procuras não se encontra em lugar algum."

Kay é um dos grandes heróis da corte de Arhur. Diz a lenda que ele sustentou a respiração durante nove dias e nove noites, para se curar de um ferimento de espada. Além disso, podia crescer até a altura de uma árvore e acender uma fogueira apenas com o calor da palma da sua mão, se assim o quisesse.

Arthur selecionou Kay e mais alguns dos seus heróis para acompanhar Culhwch em sua busca impetuosa.

Escolheu também Bedwyr (Bedivere), que andava sempre junto a Kay e que nenhum outro homem do reino, exceto Arhtur, poderia superá-lo com a lança, pois tinha o mesmo poder de nove lanças, embora ele tivesse uma mão só, possuía a força equivalente a de três guerreiros.

Kynddelig seria o guia da expedição, pois ele conhecia todos os lugares sem mesmo nunca ter ido a qualquer um deles antes.

Arthur chamou Gwrhyr que sabia falar todas as línguas dos homens e dos animais; o seu sobrinho e herdeiro do trono, Gwyar (Gawain) que nunca regressava de uma missão sem cumpri-la.

E, finalmente, Menw, que podia lançar encantamentos para que o grupo ficasse invisível aos seus inimigos.

Os heróis cavalgaram pelas montanhas durante dias, até chegar a uma grande planície, onde avistaram um magnífico castelo e seguiram em sua direção. Mas quanto mais andavam, menos se aproximavam do tal castelo, que parecia envolto numa bruma misteriosa.

Leia o artigo completo... Os Contos Celtas: Culhwch e Olwen

Créditos da imagem:
Olwen de Alan Lee - Illustration, 1984.


Bibliografia:
Brumas do Tempo
Poesias, pensamentos e ritos druídicos
Todos os direitos reservados.


Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

10 de novembro de 2010

Bênção Pagã


Somos um no bosque sagrado,
Acima da terra, dentro do mar e abaixo do céu.
Unidos para emitir o chamado.
Honrando os antepassados,
Os espíritos da natureza
E os Deuses abençoados.
No bosque sagrado, somos todos um.

O Bosque Sagrado

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

Conheça as Novidades do Templo, clicando aqui.

8 de novembro de 2010

Paganismo Nórdico

"Odinismo é uma forma de paganismo nórdico que busca resgatar a religiosidade dos povos vikings através da reconstrução histórica de sua tradição para a promoção de uma espiritualidade capaz de responder aos nossos anseios mais íntimos. Também comumente chamado de Asatru (fé nos aesir), o Odinismo é uma espiritualidade libertária, isto é, busca instigar a libertação espiritual do ser em sua jornada pelo reencontro com seu eu... Lutam por um livre pensamento onde não deverá existir radicalismo e atos de ódio como racismo, neo-nazismo, xenofobismo e outros crimes que sempre devem ser combatidos!" Vagner Cruz - O Troth.


"Lá está o caminho para a porta de pedra
A sabedoria antiga está dentro de você
E seu espírito é a chave para abrí-la."
Hagalaz' Runedance - Labyrinth

As culturas celtas e germânicas possuem muitas semelhanças em seus mitos e nas suas lendas, tudo isso, devido ao grande convívio entre esses povos, num determinado período da história.

“Os mitos podem nos levar a descobrir mais sobre nossa herança espiritual, e talvez perceber alguns dos defeitos no desenvolvimento espiritual do mundo moderno. O estudo da mitologia não precisa mais ser visto como uma fuga da realidade para as fantasias por parte dos povos primitivos, e sim como uma busca pela compreensão mais profunda da mente humana. Ao nos aventurarmos em explorar as distantes colinas habitadas pelos Deuses, estaremos talvez, descobrindo o caminho de casa.” Hilda R. Ellis Davidson - Deuses e Mitos do Norte da Europa.

Que assim seja... Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

7 de novembro de 2010

Referências bibliográficas - Indicação de livros

Algumas referências bibliográficas para facilitar o estudo e a pesquisa:

CULTURA CELTA
- BARROS, Maria Nazareth A. de Barros. Uma Luz sobre Avallon. São Paulo: Ed. Mercuryo, 1994.
- BELLINGHAM, David. Introdução à Mitologia Céltica. Lisboa: Ed. Estampa, 1999.
- CAMPBELL, Joseph. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990.
- CUNNINGHAM, Scott. Magia Natural - Rituais e Encantamentos da Tradição Mágica. São Paulo: Ed. Gaia, 1997.
- DAVIDSON, Hilda R. Ellis. Myths and Symbols in Pagan Europe: Early Scandinavian and Celtic Religions. New York: Syracuse University, 1988.
- GIDLOW, Christopher. O Reinado de Arthur: da História à Lenda. São Paulo: Ed. Madras, 2004.
- GREEN, Miranda Jane Aldhouse. Celtic Myths. London: University of Texas Press, 1995.
___________. Exploring the World of the Druids. London: Thames and Hudson, 1997.
- GUEST, Lady Charlotte. The Mabinogion [1887]. Santa Cruz: Evinity Publishing Inc., 2009.
- HAYWOOD, John. Os Celtas - Da Idade do bronze aos nossos dias. Lisboa: Ed. Edições 70, 2009.
- JUBAINVILLE, Henri-Marie D‘ Arbois. Os Druidas, Os Deuses Celtas com Formas de Animais. São Paulo: Ed.Madras, 2003.
- KONSTAM, Angus. Historical Atlas of the Celtic World. London: Mercury Books, 2001.
- MACCULLOCH, John Arnott. The Religion of the Ancient Celts. Edinburgh: T. & T. CLARK, 1911.
- MACKILLOP, James. Dictionary of Celtic Mythology. New York: Oxford University Press Inc., 2004.
- MARKALE, Jean. A Grande Epopéia dos Celtas. SP: Ed. Ésquilo, 1994.
- MAY, Pedro Pablo. Os Mitos Celtas. São Paulo: Ed. Angra, 2002.
- MATTHEWS Caitlín. O Livro Celta dos Mortos. SP: Ed. Madras, 2003.
- MATTHEWS John. Xamanismo Celta. SP: Ed. Hy Brasil, 2002.
- MONAGHAN, Patricia. The Encyclopedia of Celtic Mythology and Folklore. New York: Facts on File Inc., 2004.
- O´DONOHUE, John. Anam Cara. New York: HarperCollins Publishers, 1997.
- PLACE, Robin. Os Celtas. São Paulo: Ed. Melhoramentos, 1989.
- POWELL, T. G. E. Os Celtas. Lisboa: Coleção Historia Mundi. Editorial Verbo, 1965.
- KONDRATIEV, Alexei - Rituales Celtas - Buenos Aires: Ed. Kier, 2001.
- RUTHERFORD, Ward. Os Druidas. São Paulo: Mercuryo, 1992.
- SQUIRE, Charles. Mitos e Lendas Celtas. São Paulo: Ed. Nova Era, 2003.

CULTURA NÓRDICA
- DAVIDSON, Hilda R. Ellis. Deuses e Mitos do Norte da Europa. São Paulo: Ed. Madras, 2004.
- POVOS DO PASSADO - Coleção Melhoramentos:
- Os Saxões
- Os Normandos
- Os Vikings
- O Cotidiano Europeu na Idade Média

VARIADOS
- BOSTRÖM, Francisco. A Sabedoria das Pedras. São Paulo: Ed. Best Seller, 1994.
- DAVIDSON, Hilda R. Ellis. Myths and Symbols in Pagan Europe: Early Scandinavian and Celtic Religions. New York: Syracuse University Press, 1988.
- CAMPBELL, Joseph. O Herói de Mil Faces. São Paulo: Ed. Cultrix Pensamento, 1997.
___________. O Poder do Mito. São Paulo: Palas Athena, 1990.
- CUNNINGHAM, Scott. Magia Natural - Rituais e Encantamentos da Tradição Mágica. São Paulo: Ed. Gaia, 1997.
- ELIADE, Mircea. Mito do Eterno Retorno. São Paulo: Mercuryo, 1992.
___________. O Xamanismo e as Técnicas Arcaicas do Êxtase. São Paulo: Ed. Martins Fontes, 2002.
- HARNER, Michael. O Caminho do Xamã. São Paulo: Ed.Cultrixs, 1990.
- MERSEY, Daniel. Guerreiros Lendários - Os Grandes Heróis da Mitologia e da História. Rio de Janeiro: Ediouro, 2005.

FICÇÃO
BRADLEY, Marion Zimmer. Brumas de Avalon - 4 Volumes.
___________ e Diana L. Paxson. Os Ancestrais de Avalon.
CORNWELL, Bernard. Stonehenge.
___________. O Rei do Inverno - As Crônicas de Artur Vol. 1.
___________. O Inimigo de Deus - As Crônicas de Artur Vol. 2.
___________. Excalibur - As Crônicas de Artur - Vol. 3.
TOLKIEN, J. R. R. O Hobbit.
___________. O Senhor dos Anéis I - A Sociedade do Anel.
___________. O Senhor dos Anéis II - As Duas Torres.
___________. O Senhor dos Anéis III - O Retorno do Rei.
___________. O Silmarillion.
___________. Os Filhos de Húrin

Leia também: Referências Bibliográficas

Rowena Arnehoy Seneween ®



Créditos da imagem:
Sea God de Miranda Grey e Courtney Davis

28 de outubro de 2010

Bannock de Bealtaine

Bannock é uma palavra de origem celta usada para designar um tipo de pão rápido e plano, às vezes, no formato de bolinhos ou folhados, feitos com aveia e cozidos em uma frigideira ou forno.


Os bannocks modernos são feitos com fermento em pó ou bicarbonato de sódio, como um agente de fermentação, dando-lhes uma textura leve e arejada. Historicamente, os bannocks foram usados nos ritos para marcar as mudanças de estações. Tradicionalmente, na Escócia, as suas variedades estão associadas aos nomes dos grandes festivais celtas: Bannock de Samhain, Imbolc, Bealtaine e Lughnasadh.

Ingredientes:

- 1 xícara de farinha de aveia ou farinha integral
- 2 colheres de chá de banha derretida ou azeite de oliva
- 1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
- Uma pitada de sal e uma pitada de açúcar
- 1/2 xícara de água ou leite morno
- 1 colher de sopa de aveia em flocos para amassar

Como preparar:

Misture a farinha de aveia, sal, açúcar, bicarbonato de sódio e despeje a gordura derretida no centro da mistura. Mexa bem e vá adicionando água suficiente para formar uma pasta dura. Cubra a superfície com flocos de aveia. Trabalhe de forma rápida antes que esfrie.

Divida a massa em duas partes. Com um rolo estenda a massa em torno de 1cm de espessura, dando-lhe o formato achatado e redondo. Coloque em uma frigideira pré-aquecida, que foi levemente untada. Cozinhe por cerca de 3 minutos, de cada lado, em fogo baixo.

Eles poderão ser servidos com manteiga, geléia ou mel. Sugestão: se quiser variar a receita, acrescente frutas secas ou frutas frescas e canela em pó, durante o preparo da massa.

Rendimento: rende duas unidades pequenas ou uma grande.

Adaptação: dobre a receita e faça um pão caseiro, tendo apenas o cuidado na dosagem do bicarbonato de sódio. Acrescente a mesma proporção de farinha branca, para dar mais leveza à massa, uma colher de mel e aveia em flocos finos. Pré aqueça o forno na temperatura de 180° e asse por mais ou menos 1 hora e 40 minutos em fogo baixo.


Testado e aprovado...Bom apetite!

Referências:
Encyclopedia iReference e Food Lorists.


Leia o artigo: Sugestão para celebrar Beltane

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

25 de outubro de 2010

Música Celta - instrumentos musicais

A música celta em termos históricos, infelizmente, não existe!

A História da Música do Ocidente se divide em seis grandes períodos:

- Música Medieval até cerca de 1450

- Música Renascentista: 1451 - 1600

- Música Barroca: 1601 - 1750

- Música Clássica: 1751 - 1810

- Música Romântica: 1811 - 1900

- Música Moderna: 1901 em diante

E o termo "música celta" refere-se aos estilos populares da Irlanda, Escócia, Galícia, País de Gales, Ilha de Man e Bretanha que usavam as formas tradicionais de danças e os improvisos de trovadores medievais.

Suas origens se perderam no tempo, mas revivem nos corações daqueles que hoje trilham o Caminho dos Antigos... A sua sonoridade marcante vai desde o baque de um Bodhrán a uma suave nota de flauta ou ao mais vibrante violino.

Os instrumentos usados foram inventados ou transformados entre o século XVII e XVIII, tendo como forte influência a música folclórica irlandesa, que conservou os traços da música medieval até a barroca, de onde a "música celta" teria suas verdadeiras raízes.

Os instrumentos mais conhecidos e usados, atualmente, são:

- Harpa: símbolo da Irlanda e dos "fílidh" - os bardos irlandeses.

- Flauta: flauta irlandesa ou "tin whistle" - flauta pequena de metal que se assemelha a flauta doce.

- Violino: conhecido como "fiddle" - palavra para descrever violino na tradição irlandesa ou um instrumento musical tocado com arco.

- Bodhrán: instrumento de percussão que se assemelha a um tamborim e faz vibrar a alma e o coração!

- Gaitas: as mais conhecidas são as Gaitas harmônicas ou de boca e Gaita-de-foles, que se subdividem em: Gaita escocesa ou "highland bagpipe", Gaita irlandesa ou "uilleann pipe" e Gaita galega ou "minhota".

- Acordeão: conhecido como concertina, instrumento diatônico, ao abrirmos o fole pressionando um botão, obtém-se uma nota musical.

Família dos alaúdes, guitarras ou violões:

- Banjo: instrumento de corda de corpo redondo.

- Badolim: instrumento de corda de corpo em forma de pêra.

- Bouzouki: instrumento de corda de origem grega, também conhecido como "irish bouzouki".

A música encanta nossas vidas em todos os sentidos... Enlevando a alma e nos incentivando durante a caminhada. Quantas são as músicas que, ao tocarem, nos levam por entre as notas do tempo, fazendo-nos lembrar que os ciclos são eternos!

Grupo Omnia
Sugestões de músicas no gênero "Pagan Folk": Música e Dança.

Bibliografia:
Wikipédia Uk e The Standing Stones
Imagem: Grupo Omnia - Pagan folk


Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

17 de outubro de 2010

Tempo de Mudar


É hora de mudar
Mudar o olhar
O pensamento
E o sofrimento
É hora de mudar
Quem sabe desapegar
Das idéias soltas
Confusas e revoltas
É hora de mudar
E o passado transmutar
Para no presente
Viver mais consciente
É hora de mudar
E novamente caminhar
Rumo ao Outro Mundo
Quem sabe bem no fundo
Você já saiba que mudar
É tão necessário como respirar
Então, solte-se sem demora,
Pois à hora de mudar é agora!

Rowena Arnehoy Seneween ®
Todos os direitos reservados.

*Acervo pessoal, pintura mediúnica inspirada nos jardins da casa de Monet.

8 de outubro de 2010

Névoas de Prata


Terra de fadas, a terra encantada dos seres alados
Um mundo encoberto pelas névoas de prata,
Onde míticos heróis caminham na eternidade
Iluminados por um brilho intenso de felicidade.

Terra de fadas, a terra mágica de Avalon
Um caminho sagrado que retorna das brumas
Através dessa doce emoção...
Despertando toda a beleza do coração!

Terra de fadas, a terra sagrada dos Deuses
Um nevoeiro que se estende sobre o manto verde,
Colinas celestes que nos levam ao Outro Mundo
Tanto acima como abaixo das raízes do submundo.

Terra de fadas, a terra antiga do bosque sagrado
Um enevoar por entre as árvores de carvalho,
Eixo da vida que liga a terra aos céus, em torno do mar...
Forças ancestrais venham agora à terra das fadas nos levar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Extraído do livro Brumas do Tempo
Todos os direitos reservados.

Que assim seja!

4 de outubro de 2010

Oisín e Niamh



"A Terra da Juventude é encantadora, além dos sonhos,
Mais justa e mais bela do que olhos algum puderam ver.
Durante todo o ano a fruta está na árvore a crescer
E a flor está plena em floração pelas árvores.

Lá destilam mel silvestre por a toda floresta.
O vinho e o hidromel nunca hão de faltar.
Nem dor e nem doença poderão nela habitar,
E nem morte e decomposição jamais existirão.

Onde a arte e todas as atividades prazerosas se reúnem,
A música ressoa pelo espaço com naturalidade.
O ouro e as jóias brilham na eternidade
Ofuscando esplendores nunca sonhados pelo homem.

Terás cavalos da raça dos Sídhe,
E cães que poderão escapar ao vento,
Centenas de chefes o seguirão com arrebatamento,
E centenas de donzelas cantarão durante o seu sono.

Uma coroa de rei a sua cabeça irá adornar,
Ao lado de uma espada mágica que irá carregar.
Serás o senhor da Terra da Juventude
E de Niamh, a senhora dos cabelos de ouro."

Texto publicado no livro:
Brumas do Tempo - Poesias, pensamentos e ritos druídicos
Todos os direitos reservados.

Os Contos Celtas: Oisín na Terra da Juventude

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

1 de outubro de 2010

Calendário Lunar - Outubro/2010

Mensagem das Runas: Gebo - O presente
Momento de bênçãos, uniões esplêndidas e equilíbrio. Desfrute o momento de alegria e paz!

Para acessar o Calendário Lunar, clique aqui.

Pensamento: Em torno do paganismo celta ficamos absortos num caminho que requer muito estudo, mas, acima de tudo, muita participação vivencial junto à Grande Natureza que nos cerca.

Beltane está chegando... Que comecem as celebrações!


Grupo Omnia - Satyrsex

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

23 de setembro de 2010

Equinócio da Primavera

Novo Artigo no Diário do Templo

No Hemisfério Sul, setembro marca a época da renovação, com a chegada da primavera. A seguir, sugestão para comemorarmos essa data com um ritual baseado no Druidismo com ênfase no Reconstrucionismo Celta.

Apesar de não haver evidências de que os antigos celtas comemorassem este festival, a não ser no País de Gales, onde é conhecido como Alban Eilir ou a Luz da Terra, época de transição e de transformações. As festividades deste dia vão desde a conscientização da preservação do meio ambiente, aos símbolos de lebres, ovos e flores especiais para ocasião.

"Neste altar honramos os Deuses, os antepassados e os espíritos da natureza, celebrando o tempo da luz com a chegada da primavera e aqueles que nos ensinaram a escutar o chamado para viver dentro dos ciclos sagrados. Que assim seja!"

Artigo: Sugestão para celebrar o Equinócio da Primavera

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

16 de setembro de 2010

Projeto Árvores Nativas 2010

Esse mês estamos em ritmo frenético, dentre todas as novidades, temos o prazer de convidá-los para o "Projeto Árvores Nativas 2010":

Realizaremos o plantio de 2010 árvores nativas em nosso município, na região de Itapetininga - São Paulo, no dia 21/10/2010 às 9:00hs, na Vila Nastri em Frente ao Objetivo.

Programação:

- 09:00 hs - Recepção e cadastro dos participantes.

- 09:30 hs - Abertura Oficial.

- 10:00 hs - Leitura de agradecimento à árvore.

- 10:20 hs - Plantio da árvore símbolo.

- 10:30 hs - Entrega de certificados.

- 11:00 hs - Plantio das árvores apadrinhadas (empresas).

- 11:30 hs - Confraternização.

- 12:00 hs - Encerramento.

A AG Empreendimentos é uma empresa amiga do meio-ambiente e patrocinadora deste projeto. Participe conosco!

Beijos e muitas bênçãos!

Rowena Arnehoy Seneween ®

21 de agosto de 2010

Bosque Sagrado

Declaro ser aqui o meu bosque sagrado, de onde todos os tempos e lugares se encontram.

Faça-se como a árvore do mundo, o eixo central da vida, que das profundezas às alturas conecta a terra aos céus.

A árvore do mundo que nos une a grande luz dourada, neste bosque sagrado. Awen!

As imagens do vídeo são de diferentes áreas da Escócia e da Irlanda.


Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

18 de agosto de 2010

O Caminho dos Deuses

Despertar é buscar essa essência intensamente dentro de nós!


Beannacht na deithe ort... Que os Deuses os abençoem!

Rowena Arnehoy Seneween ®

15 de agosto de 2010

A arte e o belo

A arte e o belo nos enlevam a alma e sempre nos faz sonhar... A companhia de dança e teatro circense, Cirque Du Soleil, com o espetáculo Dralion, nos faz esse bem danado!


Com uma simbologia muito forte, essa apresentação nos faz sentir como a unidade está presente em tudo e em todos. Apesar de o enredo do espetáculo girar em torno da luta entre o dragão representando o oriente e o leão, representando o ocidente, sentimos finalmente que somente através da união e do amor é que poderemos vivenciar uma vida plena, em concordância com a própria natureza.

Somos assim tão etéreos e tão livres... Pois a alma transcende o tempo e o espaço, nos religando a forças ancestrais que estão muito além da nossa simples percepção.

Por fim, o dragão e o leão representam os animais míticos de poder, que estão presentes também em nosso brasão familiar (Andrade e Gonçalves) e que hoje faz parte da nossa história profissional - AG Empreendimentos - onde atuamos no desenvolvimento e na hospedagem de websites, bem como na publicidade e no ramo imobiliário.

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

27 de julho de 2010

Cruz de Brighid

Aprenda de uma maneira bem simples como fazer uma "Cruz de Brighid" para celebrar o Festival de Imbolc. Na Irlanda é comum fazê-las de palha ou junco. Este antigo costume é derivado de uma cerimônia pré-cristã, relacionada com a preparação das sementes na primavera e à Brighid.

Leia também: Confecção da Cruz de Brighid


Celebre: Sugestão para celebrar Imbolc


Prece a Brighid

Que o seu poder de inspiração esteja em nós!

Brighid, que está acima de nós
Brighid, que está abaixo de nós
Brighid, que está em torno de nós

Abençoai-nos com os poderes do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

19 de julho de 2010

A voz do coração

"As histórias celtas sugerem que o tempo e o ritmo da alma tem uma dimensão eterna que coleta e monitora tudo. Aqui, nada é perdido. É um consolo agradável, que os acontecimentos da sua vida não desapareçam. Nada é perdido ou esquecido. Tudo é mantido dentro da alma, no templo da memória." Anam Cara - John O'Donohue.



Música de Patrick Williams, voz de Jenn Mahoney e imagens da Irlanda.


O gaélico sempre faz vibrar a alma e o coração...

Bênçãos do céu, da terra e do mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

15 de julho de 2010

Danças Folclóricas

Simplesmente, não poderia deixar de postar uma singela homenagem aos meus queridos antepassados poloneses, falando um pouco sobre suas danças folclóricas, que dividem-se em dois grandes grupos:

  • Nacionais
"São dançadas em toda Polônia  - krakowiak, polonez, mazur, kujawiak, oberek - apresentam autenticidade de passos e gestos, possuindo motivos e enredos próprios. Originam-se de festividades antiguíssimas, caracterizada por formações circulares com a participação de muitos elementos."
  • Regionais
"São elas, a Polka Warszawska, a Suita Tanców Nowy Sadeckich, a Tance Cieszynskie, a Tance Góralów Zywieckich, a Tance Kaszubskie, a Tance Lubelskie, a Tance Rzeszowskie e a Tance Warminskie, originárias de diversas localidades, que são diferenciadas em trajes, música e movimentos."

A Polca é um gênero de música dançante de compasso binário, que originou-se no início do século XIX, na Boêmia, disseminando-se para vários países.


Comentando também sobre a expansão céltica que entre o período 700 e 500 a.C estendeu-se pela Alemanha ocidental em Baden-Württemberg e Baviera, Boêmia, Morávia, prolongando-se até o sul da Polônia, Hungria e Áustria, local onde encontra-se um rico testemunho arqueológico - o famoso sítio de Hallstatt, próximo a Salzburgo - que deu o nome a essa cultura celta, predominante durante a Idade do Bronze, posteriormente, dando origem à Idade do Ferro.

Leia mais sobre a Mitologia Céltica, clicando aqui.

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Fonte bibliográfica:
Portal Rheinland Pfalz
Wikipédia - Enciclopédia
YouTube: Grupo Celtic Thunder

14 de julho de 2010

O Templo Sagrado

Em plena zona sul de São Paulo, às margens da represa do Guarapiranga, há um local de magnífica beleza que, através de um sonho baseado em Stonhehenge, um dos mais antigos templos da humanidade, tornou-se realidade em terras brasileiras, no dia 11 de novembro de 1995 e no qual, durante alguns anos, tive o privilégio de conviver bem de pertinho...

Um verdadeiro templo da verdade, do bem e do belo!


"Passando pelos portões de entrada, uma linda vista já se descortina, de um lado toda a imensidão da Represa de Guarapiranga e de outro, o verde em seus inúmeros tons. Tudo feito para que as pessoas, ao caminharem, possam sentir toda a dádiva da Mãe-Natureza."

Conheça o site do Solo Sagrado de Guarapiranga.

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

13 de julho de 2010

Stonehenge - O Círculo de Pedras

Stonehenge é um sítio arqueológico, considerado como o mais importante monumento pré-histórico da Grã-Bretanha, localizado nas planícies de Salisbury, no condado de Wiltshire, Inglaterra. A partir de 1986, foi tombado como patrimônio da humanidade pela Unesco.


A estrutura principal é formada por dois anéis com monolitos de pedra, construídos por volta de 3100 a.C., provavelmente para executar rituais religiosos. O anel externo tem cerca de 86 metros de diâmetro e o interno, em média, 30 metros. A arquitetura dos anéis tem relação com os movimentos do Sol e da Lua e alguns monolitos possuem cerca de 9 metros de altura.

A construção original era composta por uma vala circular e um monte com 56 furos, formando um anel em torno do seu perímetro. A primeira pedra a ser colocada no sítio foi a "Pedra do Calcanhar", marcando uma entrada única, deliberadamente orientada e planejada para que o sol da manhã do solstício de verão irradiasse diretamente sobre ela, onde os primeiros raios brilham no centro do monumento e expandem por entre os braços abertos das pedras, no formato de ferradura.

Esse alinhamento expressa uma grande adoração ritualística ao sol, concluindo que o monumento foi construído como um templo solar. Mas, recentemente, o astrônomo Gerald Hawkins afirmou que Stonehenge não é meramente alinhado à energia solar e lunar ou aos eventos astronômicos, mas usado também para a previsão de acontecimentos, como eclipses e as mudanças nas estações do ano.

Enfim, Stonehenge é muito mais do que um antigo templo e apesar de seu acesso ser restrito, ele ainda é considerado um local sagrado de máxima conexão com os Deuses, envolvo por muitos mistérios e que atrai cerca de 700 mil visitantes por ano. Nesse ponto, vale ressaltar que os Druidas, Stonehenge e os Celtas foram associados erroneamente e esse enigma, reflete até os dias atuais.


- Mistérios de Stonehenge: Verdadeiro ou Falso?

Leia mais sobre Stonehenge, clicando aqui.

Bênçãos plenas do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®

Fonte bibliográfica: 
Earth Mysteries - Britannia Homepage
Guia Geográfico do Reino Unido

5 de julho de 2010

Terra Ancestral

Acordei com a música de Susana Seivane - Miña Virxe, Meu Amor - na cabeça e ao procurá-la no YouTube me deparo com Luar na Lubre (que também adoro) e a música Devanceiros.


Compartilhando esse momento... Ancestrais: "Família Gonçalves do latim Gundisalvici, de formação patronímica - "filho de Gonçalo" - é de origem espanhola; do reino da Galícia, com Moniz Gonzalo, seu descendente Dom Antão Gonçalves que é o primeiro da linhagem portuguesa."

Sejam bem-vindos às terras dos meus queridos avós!



"Somos parte desta terra, porque terra somos nós."

Rowena Arnehoy Seneween ®

2 de julho de 2010

Calendário Lunar - Julho/2010

Mensagem das Runas, para este mês: Ehwaz - O cavalo.

"Eu sou um ser de luz, amor e movimento." Mudanças favoráveis, lucidez, progresso e transição.

Lembre-se que natureza está sempre presente em nossas vidas mas, às vezes, por um mero descuido de nossas mentes desatentas, momentos simples e ao mesmo tempo belos, acabam passando despercebidos.

Para acessar o Calendário Lunar, clique aqui.

E a vida continua... Fáilte!

Rowena Arnehoy Seneween ®

18 de junho de 2010

Sugestão para celebrar o Solstício de Inverno


Durante o Solstício de Inverno os poderes da noite e as energias da terra atingem seu ápice. As noites se tornam mais longas que o dia e o inverno, por fim, se estabelece. Sugerimos um ritual baseado no Druidismo reconstrucionista, que poderá ser feito sozinho ou em grupo.

O Sol é a manifestação do princípio divino.

O Sol se renova e a longa descida rumo à escuridão se inicia. O mundo está em constante mudança... Leia mais, clicando aqui.

Pelas bênçãos do Céu, da Terra e do Mar!

Rowena Arnehoy Seneween ®